
A partir de maio, os brasileiros passarão a pagar mais pela energia elétrica devido à mudança na bandeira tarifária anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Após um período sem cobrança adicional, o país deixa a bandeira verde e passa a operar sob a bandeira amarela, o que implica acréscimo na conta de luz.

Com a nova sinalização, será aplicada uma taxa extra de R$ 1,88 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. O sistema de bandeiras reflete os custos de geração de energia no país e, quando há necessidade de utilizar usinas termelétricas — mais caras que as hidrelétricas —, os encargos adicionais são repassados aos consumidores.
Entre janeiro e abril, a bandeira verde esteve em vigor graças ao bom nível dos reservatórios, impulsionado pelo período chuvoso. No entanto, a redução das chuvas e a chegada do período seco diminuem a capacidade de geração hidrelétrica, elevando os custos e justificando a mudança para a bandeira amarela.

Diante desse cenário, a Aneel recomenda o uso consciente da energia elétrica como forma de reduzir impactos no orçamento. No modelo atual, a bandeira verde não gera cobrança extra, a amarela indica custo adicional moderado e as bandeiras vermelhas representam os níveis mais altos, podendo alcançar até R$ 7,87 a cada 100 kWh consumidos.


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