
A morte de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete brasileiro e mundial, foi confirmada nesta sexta-feira (17), aos 68 anos, em São Paulo. Até o momento, a causa da morte não foi oficialmente esclarecida.

Conhecido como “Mão Santa” pela precisão nos arremessos, Oscar passou mal e foi levado às pressas para o Hospital Municipal Santa Ana (HMSA), onde deu entrada com quadro de saúde delicado. Mais cedo, a unidade de saúde havia informado que a família pedia discrição e que se pronunciaria oportunamente. Nos últimos dias, familiares já relatavam que o ex-atleta enfrentava um estado de saúde fragilizado após uma cirurgia recente.
Ícone do esporte, Oscar Schmidt construiu uma carreira histórica. Nascido em Natal, no Rio Grande do Norte, atuou profissionalmente entre 1974 e 2003 e acumulou 25 títulos. Ele participou de cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos, entre 1980 e 1996, e se tornou o maior cestinha da história da Seleção Brasileira, com 7.693 pontos. Ao longo da carreira, somou impressionantes 49.703 pontos.

Em 2011, Oscar foi diagnosticado com câncer no cérebro, doença contra a qual lutou por anos até anunciar sua recuperação em 2022. No início de abril deste ano, seu filho, Felipe Schmidt, chegou a ser homenageado no Comitê Olímpico Brasileiro (COB), representando o pai, o que já indicava o momento delicado.
A trajetória de Oscar Schmidt deixa um legado marcante para o esporte, sendo lembrado não apenas pelos recordes, mas também pela dedicação e pela influência no desenvolvimento do basquete no Brasil.


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