
A declaração da jornalista Adriana Araújo, do Jornal da Band desta sexta-feira (20), criticando a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), ampliou a repercussão de um caso que já provocava muita indignação nas redes sociais. O posicionamento público trouxe ainda mais visibilidade ao julgamento que resultou na absolvição de um homem de 35 anos acusado de estupro de vulnerável contra uma menina de 12 anos.(vídeo)

O veredito, divulgado recentemente, gerou forte reação nacional. Internautas e especialistas passaram a questionar o entendimento adotado pelos desembargadores, que concluíram pela absolvição do acusado, decisão que rapidamente se tornou tema de debate em diferentes setores da sociedade.
Segundo as informações divulgadas, o homem possuía antecedentes criminais por homicídio e tráfico de drogas. No entanto, os magistrados consideraram que ele e a criança mantinham uma convivência caracterizada como união com intenção de constituir família, argumento que fundamentou a decisão judicial.

O caso reacende a discussão sobre a aplicação das leis de proteção à infância e adolescência no Brasil, especialmente em crimes classificados como estupro de vulnerável, cuja legislação prevê proteção integral a menores de 14 anos. A repercussão segue intensa e levanta questionamentos sobre os limites da interpretação jurídica e a defesa dos direitos da criança.
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🎥 Reprodução BAND


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